Sulla Mino

Sou Sulla Mino, assim prefiro ser chamada, nasci no Rio de Janeiro. Desde cedo me interessei por poesia e já rabiscava alguns versos com nove anos de idade.
Timidamente escrevo sobre o amor e a morte, o amor por ser um sentimento difícil e completo, e a morte porque nos rodeia o tempo inteiro e nem percebemos.
Posso dizer que a poesia me escreve e me descreve, ela está em mim. Meus Contos diversos retratam meus sonhos, personagens que criei, conto o que acontece mundo afora, com minhas próprias palavras...
Carinhosamente meus rascunhos fazem parte de um belo diário, velhos rabiscos que deixo uma parte de mim, revelam minha insônia, minhas lágrimas, meus segredos, minhas madrugadas, meu sorriso tolo e pouco.
Eu sou um pouco do que eu mesma criei e vou nesta minha andança nas palavras, deslizando nos barrancos pelo caminho, chutando pedras deixadas na estrada, enxugando lágrimas, escondendo minha sombra deste tempo.
“Eu sou um argumento da noite, uma noite mal dormida, uma madrugada, uma desculpa de um dia ruim, um música, poesia, uma menina crescendo, insônia, um palco, um quê... Estava nas bagunçadas ruas, nas andanças noturnas e caí nas letras...Que belo tombo!”
Eu sou verdadeiramente uma dúbia.
Meus maiores ídolos que direta ou indiretamente me ancoraram no mundo das palavras são Gilka Machado, Augusto dos Anjos, Cecília Meireles, Drummond, Pablo Neruda, Shalai...